A adoração e a Torre de Babel – Parte 02

A arqueologia nos fala daquilo que foi desenterrado e trazido novamente à luz do dia, da existência de torres que eram construídas pelos babilônios.

Essas torres eram chamadas de “Zigurat” e, em seu topo, havia local para adoração religiosa ao sol, à lua e às inúmeras divindades que foram criadas pelo sistema religioso da Babilônia.

A Torre de Babel seria então o primeiro Zigurat, construída com finalidade religiosa. Daí, porque o texto de Gênesis 11 nos fala de uma torre “cujo cume toque os céus”. Não um edifício tão alto que fisicamente tocasse o infinito, mas um local com finalidade religiosa para atingir os deuses por eles adorados.

Nimrode (cujo significado é “vamos rebelar”), conforme nos relata a Palavra de Deus, foi o fundador de Babel ou Babilônia. Um grande caçador, homem poderoso e construtor de cidades (Gênesis 10.8 a 10). Tal foi sua influência sobre aquela civilização que passou a ser adorado como deus.

Nimrode, cuja representação idólatra pode-se comparar com o centauro, deus grego, um ser com torso e cabeça de homem e com corpo de cavalo, que ostenta um arco na mão, teria também outras representações pagãs em toda a história humana: Marduque, Melkart, Kemosh.

Conta a história desvendada pelos escritos cuneiformes da Babilônia que Nimrode casou-se com Semíramis, ou Astarte, também conhecida como Astarote, Ísis, Afrodite, Vênus e Diana (Juízes 2.10-13; 1ª Samuel 7.3; 1ª Reis 11.4-6).

A imagem de Diana, a deusa ou divindade da cidade de Éfeso, com sua coroa de torres na cabeça, representava a mesma mulher e era adorada como a deusa da fortificação, por ter sido ela a primeira a fortificar a Babilônia com muros e torres (Atos 19.34-35).

Tanto Nimrode quanto Semíramis, deuses adorados pelos babilônios, são na verdade grandes Potestades das trevas, que vão influenciar outras culturas e outros cultos como veremos a seguir. Venha conosco.

Anúncios
Os comentários estão desativados.
%d blogueiros gostam disto: