A adoração e a Torre de Babel – Parte 04

Tammuz, o deus que morre e ressuscita

Então ele me levou para a entrada da porta norte da Casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tammuz. Ele me disse: Você vê isso, filho do homem? Você verá práticas ainda mais repugnantes do que esta (Ezequiel 8.14 e 15)

Tammuz, o deus babilônio, que  havia casado com sua própria mãe, Semíramis ou Ishtar. O que o profeta Ezequiel nos mostra nesta passagem é que o culto dessa entidade espiritual era praticado dentro da Casa do Senhor.

Acreditava-se que Tammuz, que morria no inverno e renascia na primavera, era adorado para que a fertilidade da terra voltasse, pois esse ídolo era conhecido como o deus da vegetação.

O profeta Ezequiel nos informa que as mulheres estavam chorando por essa entidade a fim de restabelecer a fertilidade da terra quando ele então retornaria à vida.

Diz-nos mais o profeta Ezequiel: que dentro  do templo, a Casa do Senhor, “entre o pórtico e o altar, havia vinte e cinco homens estavam se prostrando em direção ao sol e levando aos seus narizes um ramo” (Ezequiel 8.16 e 17).

O ramo refere-se à adoração de Tammuz, pois o ramo de certa árvore era um símbolo da imortalidade associado com o culto a esse deus babilônio. Aproximavam o ramo de seus narizes como uma tentativa de inalar as supostas forças que dão vida e que vem de um Tammuz ressuscitado!

Conta-nos o Pastor Abraão de Almeida em seu livro “Babilônia, ontem e hoje”:

Tammuz teria sido morto por um javali, então se observavam quarenta dias de jejum e pranto, até à festa de Ishtar (atenção Easter, é a palavra da língua inglesa para páscoa: note-se a semelhança dos sons das duas palavras = Ishtar e Easter). Tammuz então volta à vida e esta “ressureição” passa a ser comemorada com frangos, ovos e coelhos. Em homenagem à Rainha do Céu faziam-se bolos com um “T” de Tammuz (pg.36).

Os cultos pagãos estão ligados às estações do ano e as estações do ano estão ligadas ao ciclo de florescimento da vegetação. Surge, assim, a adoração a plantas, particularmente, árvores. Para dar sentido a essa adoração, os pagãos associaram os seus deuses às respectivas árvores.

A árvore de natal é um símbolo de consagração e de adoração a deuses dos pagãos, dos babilônios. Com a árvore de Natal dentro de nossas casas estamos ressuscitando um trono babilônico, dando legalidade para demônios agirem: Leia com atenção Jeremias 10.1-4: “Povo de Israel, escute a mensagem do DEUS Eterno para vocês. Ele diz: não sigam os costumes de outras nações. Elas podem ficar espantadas quando aparecem coisas estranhas no céu, mas vocês não devem se assustar. A religião dessa gente não vale nada. Cortam uma árvore na floresta e um artista, com as suas ferramentas, faz um ídolo. Em tão o enfeitam com prata e outro e o firmam com pregos para que não caia aos pedaços”.

Os seguintes textos trazem mais luz sobre o assunto: 1 Reis 14.22-23: “o povo de Judá pecou contra o Senhor e deu mais motivos para Ele ficar irado do que todos os antepassados haviam dado. Eles construíram altares nos montes para a adoração de falsos deuses e, no alto de montes e debaixo de árvores que dão sombra, levantaram colunas de pedras e postes-ídolos para adorar”.

2 Reis 17.9-10: “Os israelitas fizeram coisas que o Senhor, teu DEUS, não aprova. Eles construíram lugares pagãos de adoração em todas as suas cidades, desde o menor povoado até a maior cidade. Em  todos os montes e debaixo de todas as árvores que dão sombra, eles levantaram colunas de pedras e poste-ídolos”.

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3 Comentários

  1. Paulo Henrique Oliveira Costa

     /  1 dezembro, 2009

    Meu DEUS! Esse assunto de novo!?
    Lembrando… Deuteronômio 16.21: “Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti.”
    O que eu tenho dito e testemunhado nestes dias é que, como cristãos, deveríamos achar toda esta “cultura” de enfeitar árvores, pendurar bolas coloridas, acender os pisca-piscas na varanda e preparar a casa para o Papai Noel é (no mínimo) uma tentativa simplista e minimalista de ofuscar o grande advento do SALVADOR DO MUNDO!

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  2. Pr. Alcides de Almeida Lopes

     /  27 março, 2011

    A Graça e a Paz!!!
    Pastor Ezequias, gostaria de saber se por acaso o senhor tem um exemplar deste livro!!! Estou a algum tempo procurando e até a própria editora disse que não tem mais exemplares!!!
    Por acaso o senhor saberia onde eu encontro este livro???
    Obrigado!!!

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    • Pr. Ezequias Costa

       /  28 março, 2011

      Sim, amado no Senhor, tenho um exemplar já bem velinho…. Veja com a editora o endereço do autor e tente ver se ele tem algum exemplar com ele. Abração. Pr. Ezequias.

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