O PODER DE DEUS PARA A IGREJA

o_poder_de_DeusESPÍRITO SANTO – O PODER DE DEUS PARA A IGREJA
Batismo e Plenitude do Espírito Santo
Paulo Henrique de Oliveira Costa

A vida cristã começa com um novo nascimento, fruto da obra do Espírito Santo no convencimento do mundo a respeito do pecado, da justiça e do juízo (João 16.7-8).

Cada cristão tem uma experiência pessoal com o Espírito de Deus desde os primeiros momentos da sua vida cristã. E esse novo nascimento tem que ser um nascimento “no Espírito” (João 3.3-8). Porque Ele é o “Espírito da vida”. E é Ele quem dá vida às nossas almas mortas. Mais que isto, Ele vem pessoalmente morar em nós, de maneira que a presença do Espírito Santo é o privilégio que todos os filhos de Deus têm em comum.

Todos os que têm o Espírito de Deus são filhos de Deus. E todos os que são filhos de Deus têm o Espírito de Deus. É impossível, até inconcebível, ter o Espírito sem ser filho, ou ser filho sem ter o Espírito. Além disso, uma das primeiras obras do Espírito que mora em nós, e, graças a Deus, sempre repetida, é assegurar-nos que somos filhos, especialmente quando oramos. Quando “clamamos: Aba, Pai!”, “o próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Romanos 8.15-16 e Gálatas 4.6).

A descida do Espírito Santo no Pentecostes

Em primeiro lugar, este evento foi o último da atividade salvadora de Jesus Cristo. Neste sentido, este dia é singular em si porque deu início à nova era messiânica, a era do Espírito Santo. Desde aquele dia, todos os cristãos, sem exceção, tornaram-se participantes desta nova era e receberam os dons do perdão e do Espírito Santo, que Cristo nos tornou acessíveis. Os que se converteram no dia de Pentecostes, em resultado à pregação de Pedro, são exemplos para todos os crentes subsequentes.

Porém o dia de Pentecostes tinha ainda outro significado, mais inesperado. Ele foi o cumprimento não só da expectativa geral do Antigo Testamento da vinda do Espírito Santo, mas também das promessas especiais de Jesus no Cenáculo, ditas primeiramente aos apóstolos, e cujo cumprimento haveria de capacitá-los para seu trabalho apostólico especial, de mestres inspirados e autorizados.

O Pentecostes pode também ter um terceiro significado. É correto considerá-lo o primeiro “avivamento”, a primeira vez que o Espírito Santo manifestou seu poder em medida tão abundante que um grupo tão grande, de 3.000 pessoas, foi, ao mesmo tempo, convencido dos seus pecados, renascido e admitido na comunidade cristã.

Reavivamentos e manifestações incomuns do poder do Espírito Santo como este, continuaram existindo na história da Igreja cristã, de tempos em tempos (incluindo muitas dessas vezes a manifestação do dom de línguas estranhas ou glossolalia). Mas não podem ser considerados como norma geral.

Pr. Ezequias Costa
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