NOVOS PROBLEMAS EXIGEM NOVOS HOMENS E NOVAS SOLUÇÕES

problemasNOVOS PROBLEMAS EXIGEM NOVOS HOMENS E NOVAS SOLUÇÕES

Paulo Henrique de Oliveira Costa

A mensagem de Deus era pregada em círculos que se alargavam cada vez mais, e o número dos discípulos aumentava enormemente em Jerusalém (cap. 6.1 e 7). Neste sexto capítulo do livro de ATOS, encontramos novas informações históricas, que são postas sob a nossa atenção, no que se refere à propagação geral e ao desenvolvimento da igreja cristã primitiva; pois neste ponto temos o começo do crescimento de um tipo “helenista” de cristianismo (de fala grega), que se distinguia bastante da variedade mais puramente “judaica” do cristianismo de Jerusalém.

Lucas já havia nos falado como a igreja cuidava dos pobres, em que muitos crentes vendiam as suas propriedades, trazendo o dinheiro apurado aos pés dos apóstolos, a fim de que este fosse distribuído segundo as necessidades de cada um. Entretanto, surge agora uma murmuração porque as mulheres dos discípulos que vinham do mundo grego, da «dispersão entre os gentios» (João 7.35), retornando para o convívio em Jerusalém, estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimentos e outros bens, no seio da igreja.

«Novas situações requerem novas soluções, novas providências, novas organizações, novos métodos; e, acima de tudo, novos homens». (Theodore P. Ferris). Para essa nova necessidade ou situação da igreja local, pois, foram convocados novos homens, os quais se tornaram os primeiros DIÁCONOS da igreja cristã (diakoneo: servo que atendia a mesa e oferecia comida e bebida para os convidados).

Confira os nomes destes sete discípulos escolhidos por serem homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria: ESTEVÃO (Stephanos: «coroado»), e FILIPE (Philhippos: «amante de cavalos»), e PRÓCORO (Prochoros: «líder do povo»), e NICANOR (Nikanor: «conquistador»), e TIMÃO (Timon: «honorável»), e PÁRMENAS (Parmenas: «permanência») e NICOLAU (Nikolaos: «conquistador do povo»).
Estevão: «homem cheio de fé e do Espírito Santo»

Estevão era homem excepcionalmente dotado de dons espirituais. Ele serve de clara demonstração do fato de que os primeiros diáconos não atendiam somente às coisas materiais, em seu ministério.

O apedrejamento de Estevão e a subseqüente perseguição da igreja são assemelhados também na intransigência do povo judaico, demonstrada no julgamento e morte de Jesus Cristo.

PARA VOCÊ MEDITAR: «Todo o clérigo começa como diácono (servo). Isso é uma verdade. Mas ele jamais cessa de ser um diácono. O ministro continua sendo um diácono. Cristo veio como diácono, viveu como diácono e morreu como diácono».

Pr. Ezequias Costa
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