O DIA EM QUE A MORTE PERDEU.

O DIA EM QUE A MORTE PERDEU….

Autor: Ezequias Costa

“Jesus se aproximou da porta da cidade de Naim, e estava saindo o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade a acompanhava. Ao observar a viúva, o Senhor compadeceu-se dela e a encorajou: ‘não chores’” Lucas 7.12 e 13

Veja que coisa interessante: o cortejo da morte cruza com o cortejo da vida. Num deles está um morto e no outro o dono da vida. Um vilarejo perdido no interior do país vai assistir a luta entre a morte e a vida.

Quando nosso adversário prepara um cortejo de morte, a última pessoa que ele deseja encontrar é o DOADOR DA VIDA. Vamos ver em detalhes esta cena e aprender mais sobre essa batalha. Vamos, também, aprender os princípios que distinguem religiosidade da verdadeira vida em Jesus.

Ao observar a mãe viúva, o Senhor sentiu compaixão por ela. Sentir compaixão é diferente de ter dó. Compaixão é sentir a dor que o outro sente, colocar-se no lugar do outro. Veja que Jesus observou a mãe, encorajou-a e então vai agir. Você tem observado as pessoas à sua volta? Tem encorajado essas pessoas com palavras de vida?

O Senhor toca no esquife, o que era proibido pela religião dos judeus. Com isso o Senhor Jesus demonstra que a vida está acima das meras cerimônias e rituais.

O cortejo fúnebre para ao receber a ordem de Jesus. Isso só Ele poderia fazer demonstrando que Ele estava acima da religião, com suas regras e convenções.

O Mestre então ordena ao jovem que estava morto que se levantasse. Imediatamente o jovem sentou-se e começou a conversar. Em seguida, devolveu-o à sua mãe. Imagine, agora, a alegria dessa mãe chorosa, viúva, que havia perdido o único filho…

O espirito de morte tem tido sucesso entre nós porque, na maioria das vezes, não tem cruzado com o Espirito da Vida comandado por Jesus. O cortejo da morte é cada vez mais visível em nossos dias, mas não tem cruzado com o cortejo da VIDA. De nada adianta Jesus entrar por uma porta se o cortejo da morte está saindo por outra….

Como discípulos de Jesus, nossa principal tarefa é trabalhar para que esse encontro seja cada vez mais constante, fazer com que eles coincidam na mesma porta.

Você tem trabalhado neste sentido? E encorajado pessoas à sua volta, você tem feito? Conte-me suas experiências a respeito.

Pr. Ezequias Costa
Email: pr.ezequias@terra.com.br
Site: http://pastorezequias.com

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