JESUS CRISTO E O PAPAI NOEL

NoelcristoLamento que o Papai Noel tenha substituído o Senhor Jesus, nosso Salvador, na mente e no coração de nossas crianças, muitas delas filhos de pais e mães crentes e zelosas da Palavra. Mas… aconteceu! (mais…)

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UMA COMPARAÇÃO: JESUS CRISTO E PAPAI NOEL

Separe alguns minutos para ler a comparação abaixo,entre JESUS CRISTO, nosso Salvador, e o ‘bom velhinho’,o Papai Noel.. Esta comparação tem a finalidade de mostrar os ensinos da Bíblia sobre o Senhor Jesus e os ensinos místicos sobre Papai Noel.

Lamento que o Papai Noel tenha substituído o Senhor Jesus, nosso Salvador, na mente e no coração de nossas crianças, muitas delas filhos de pais e mães crentes e zelosas da Palavra. Mas… aconteceu!

Quando você ler esta comparação você verá que a substituição não é acidental. (mais…)

Quem é o Papai Noel?

Separe alguns minutos para ler a comparação abaixo, entre JESUS CRISTO, nosso Salvador, e o “bom velhinho”, o Papai Noel… Esta comparação tem a finalidade de mostrar os ensinos da Bíblia sobre o Senhor Jesus e os ensinos místicos sobre Papai Noel.

Lamento que o Papai Noel tenha substituído o Senhor Jesus, nosso Salvador, na mente e no coração de nossas crianças, muitas delas filhos de pais e mães crentes e zelosas da Palavra. Mas… aconteceu!

Quando você ler esta comparação você verá que a substituição não é acidental. O nosso inimigo,  Satanás, procura nos afastar do verdadeiro sentido do Natal e do nascimento do Salvador, levando a nossa mente e nosso coração a dar uma “mãozinha” para o “bom velhinho”.

Que o Espírito Santo de DEUS o ajude nessa leitura. Que você cresça no conhecimento da verdade, afastando-se assim do erro e maldade. Levando seus filhos e outras crianças a sua volta a entenderem o significado bíblico do Natal do Senhor Jesus.

Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, de acordo com a palavra de Deus

Papai Noel, o bom velhinho, de acordo com os ensinos místicos – a falsificação

Tem os cabelos brancos como a lã (Apocalipse 1.14) Tem os cabelos brancos como a lã
Veste um manto vermelho (Apocalipse 19.13) Veste-se de vermelho
A hora da sua vinda é surpresa (Lucas 12.40 e Marcos 13.33) A hora da sua chegada é surpresa
É onipotente – o Todo Poderoso (Apocalipse 19.6) É todo poderoso – Consegue entregar todos os brinquedos numa só noite
É Onisciente – Conhece todos os corações e intenções (1a. João 3.20 e Hebreus 4.13) É onisciente – Sabe se a criança foi boa ou má
É Onipresente (1a. João 3.13 e Efésios 4.6) É onipresente – Vê quando a criança dorme ou está acordada. Precisa estar em todos os lugares ao mesmo tempo para entregar todos os presentes
Vive para todo o sempre (Apocalipse 1.8 e 21.6) Vive para sempre
Vive naqueles que o receberam (1a. Coríntios 3.16 e 2a. Coríntios 6.16-17) Vive no coração das crianças
Senta-se em um trono (Hebreus 1.8 e Apocalipse 5.1) Senta-se num trono
Distribui dons (Efésios 4.8) Distribui presentes
Somos exortados a nos aproximar do seu Trono de Graça e expor as nossas necessidades (Hebreus 4.16) As crianças são ensinadas a se aproximarem do trono dele para pedir tudo o que quiserem
Convida as crianças para irem a Ele (Marcos 10.14) Convida as crianças para irem até ele
É Juiz. Ele julga (Mateus 25.31-46 e Romanos 14.10) Julga se a criança foi boa ou má
Digno de receber orações e Adoração (Apocalipse 5.12-14 e Hebreus 1.6) As crianças rezam a ele e fazem seus pedidos
Senhor dos Exércitos (Malaquias 3.5 e Salmo 24.10) Senhor de um exércitos de Elfos (espíritos de demônios das árvores)
Príncipe da Paz (Hebreus 1.3)

Símbolo da Paz Mundial. O espírito do Natal.

Árvore de Natal?

Amados no Senhor, Graça e Paz.

Dezembro é o mês do Natal entre nós.

Se você, ou seus pastores ou sua igreja tem pensado em “armar” uma árvore de Natal, peço a você que, antes de tomar essa decisão, analise os estudos que tenho postado neste blog acerca da Adoração e a Torre de Babel.

Analise, ore, leve aos seus pastores e veja o que a Palavra de DEUS fala sobre árvores.

Depois, gostaria que você me mandasse um comentário, mesmo que seja desfavorável, BASEADO NA PALAVRA DE DEUS. OK?

A adoração e a Torre de Babel – Parte 05

A Babilônia do Novo Testamento e dos Dias de Hoje

Então o anjo me levou no Espírito para um deserto. Ali vi uma mulher montada numa besta vermelha, que estava coberta de nomes de blasfêmia e que tinha sete cabeças e dez chifres. A MULHER estava vestida de azul e vermelho, e adornada de outro, pedras preciosas e pérolas. Segurava um cálice de ouro, cheio de coisas repugnantes e da impureza da sua prostituição. Em sua festa havia esta inscrição: MISTÉRIO, BABILÔNIA, A GRANDE A MÃE DAS PROSTITUTAS E DAS PRÁTICAS REPUGNANTES DA TERRA (Apocalipse 17:3-5)

Esse capítulo 17 do livro da Revelação, o Apocalipse, nos diz claramente algumas características dessa Babilônia dos nossos dias. Já não há mais a torre de Babel, mas a Babilônia continua. E, como no Gênesis, a Babilônia do Apocalipse é também uma cidade e um centro religioso.

  • É uma cidade (Apocalipse 17:18)
  • Foi construída sobre sete montes (Apocalipse 17:9)
  • Sangue das testemunhas de Jesus foi derramado nesse cidade (Apocalipse 17:6)
  • É uma cidade que tem poder sobre povos, multidões, nações e línguas (Apocalipse 17:15)
  • A Bíblia ensina que a Prostituição espiritual é deixar a adoração do único DEUS e prestar culto a outros deuses (Ezequiel 16:14-17, Jeremias 2:20 e Oséias 2:7)
  • Uma cidade que tem poder para reinar sobre os reis da terra e que negocia com comerciantes do mundo inteiro (Apocalipse 17:18 e Apocalipse 18:3)
  • Sua riqueza material é imensa (Apocalipse 18:12 e 13)

A Babilônia de nossos dias deixou o seu noivo e se envolveu com outros amantes. Portanto, além de ser uma cidade, Babilônia de hoje é uma Igreja. Mas, uma Igreja prostituta, que deixa a relação direta com seu noivo, o Senhor Jesus, e vai atrás de amantes e negociantes. Por isso, o livro da Revelação a chama de BABILÔNIA, a mãe das prostitutas.

Essa Cidade-Igreja usou todos os povos da terra para seus próprios interesses egoístas. É a última prostituta moral e religiosa que se funde com o poder governamental, sempre em seu favor. A Babilônia de hoje simboliza a apostasia dos últimos dias, isto é, a fé de muitos que vai se esfriando, conforme nos ensina o Senhor Jesus, em Mateus 24:12.

A ordem da Palavra do Senhor é clara: “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados…” (Apocalipse 18:4).

Vamos, irmãos, deixar as práticas pagãs dessa Igreja, que aos poucos vai penetrando em nossas Igrejas e lares, e apeguemo-nos com mais firmeza à Palavra do Senhor.

A noite está acabando; o dia logo vem. Portanto, deixemos de lado AS OBRAS DAS TREVAS e revistamo-nos das ARMAS DA LUZ (Romanos 13:12)

A adoração e a Torre de Babel – Parte 04

Tammuz, o deus que morre e ressuscita

Então ele me levou para a entrada da porta norte da Casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tammuz. Ele me disse: Você vê isso, filho do homem? Você verá práticas ainda mais repugnantes do que esta (Ezequiel 8.14 e 15)

Tammuz, o deus babilônio, que  havia casado com sua própria mãe, Semíramis ou Ishtar. O que o profeta Ezequiel nos mostra nesta passagem é que o culto dessa entidade espiritual era praticado dentro da Casa do Senhor.

Acreditava-se que Tammuz, que morria no inverno e renascia na primavera, era adorado para que a fertilidade da terra voltasse, pois esse ídolo era conhecido como o deus da vegetação.

O profeta Ezequiel nos informa que as mulheres estavam chorando por essa entidade a fim de restabelecer a fertilidade da terra quando ele então retornaria à vida.

Diz-nos mais o profeta Ezequiel: que dentro  do templo, a Casa do Senhor, “entre o pórtico e o altar, havia vinte e cinco homens estavam se prostrando em direção ao sol e levando aos seus narizes um ramo” (Ezequiel 8.16 e 17).

O ramo refere-se à adoração de Tammuz, pois o ramo de certa árvore era um símbolo da imortalidade associado com o culto a esse deus babilônio. Aproximavam o ramo de seus narizes como uma tentativa de inalar as supostas forças que dão vida e que vem de um Tammuz ressuscitado!

Conta-nos o Pastor Abraão de Almeida em seu livro “Babilônia, ontem e hoje”:

Tammuz teria sido morto por um javali, então se observavam quarenta dias de jejum e pranto, até à festa de Ishtar (atenção Easter, é a palavra da língua inglesa para páscoa: note-se a semelhança dos sons das duas palavras = Ishtar e Easter). Tammuz então volta à vida e esta “ressureição” passa a ser comemorada com frangos, ovos e coelhos. Em homenagem à Rainha do Céu faziam-se bolos com um “T” de Tammuz (pg.36).

Os cultos pagãos estão ligados às estações do ano e as estações do ano estão ligadas ao ciclo de florescimento da vegetação. Surge, assim, a adoração a plantas, particularmente, árvores. Para dar sentido a essa adoração, os pagãos associaram os seus deuses às respectivas árvores.

A árvore de natal é um símbolo de consagração e de adoração a deuses dos pagãos, dos babilônios. Com a árvore de Natal dentro de nossas casas estamos ressuscitando um trono babilônico, dando legalidade para demônios agirem: Leia com atenção Jeremias 10.1-4: “Povo de Israel, escute a mensagem do DEUS Eterno para vocês. Ele diz: não sigam os costumes de outras nações. Elas podem ficar espantadas quando aparecem coisas estranhas no céu, mas vocês não devem se assustar. A religião dessa gente não vale nada. Cortam uma árvore na floresta e um artista, com as suas ferramentas, faz um ídolo. Em tão o enfeitam com prata e outro e o firmam com pregos para que não caia aos pedaços”.

Os seguintes textos trazem mais luz sobre o assunto: 1 Reis 14.22-23: “o povo de Judá pecou contra o Senhor e deu mais motivos para Ele ficar irado do que todos os antepassados haviam dado. Eles construíram altares nos montes para a adoração de falsos deuses e, no alto de montes e debaixo de árvores que dão sombra, levantaram colunas de pedras e postes-ídolos para adorar”.

2 Reis 17.9-10: “Os israelitas fizeram coisas que o Senhor, teu DEUS, não aprova. Eles construíram lugares pagãos de adoração em todas as suas cidades, desde o menor povoado até a maior cidade. Em  todos os montes e debaixo de todas as árvores que dão sombra, eles levantaram colunas de pedras e poste-ídolos”.

A adoração e a Torre de Babel – Parte 03

Nimrode, o fundador e construtor da Torre de Babel, tornou-se um falso deus e começou a receber um culto especial em todo o mundo antigo, na qualidade de dono e senhor, o que exatamente identifica o nome mencionado na Bíblia: Baal.

Na verdade, um demônio e grande Potestade das hostes malignas, sendo adorado como deus supremo, chegando babilônios e caldeus a oferecerem a essa entidade sacrifícios humanos, inclusive de crianças ainda bebês (Jeremias 19.5). Seus adoradores o representavam como o sol, o deus fertilizador da terra. Entre o povo de Israel, o Baal que foi ali introduzido por Jezabel chamava-se Melkart, da cidade de Tiro (1ª Reis 16.29-33).

Nimrode, ou que nome esse demônio tenha em cada região, casou-se então com Semíramis, ou Astarte, ou Astarote, divindade maligna reconhecida na Bíblia como a deusa-tipo, a rainha do céu, exercendo sempre seu poder sedutor sobre o temperamento feminino, e citada em diversas passagens: Juízes 2.13, Juízes 10.6, 1ª Samuel 7. 3-4, 12.10, 31.10, 2ª Reis 23.13, só para citar alguns exemplos da influência dessa entidade demoníaca.

A religião babilônica produziu então, conforme a arqueologia moderna descobriu nas ruínas de Babilônia, uma doutrina muito conhecida em nosso tempo: Após o assassinato de seu marido, Nimrode, a “virgem” Semíramis deu à luz Tammuz, em quem se acreditava Nimrode havia reencarnado.

Dessa doutrina vem o culto da virgem-mãe e do menino-deus. Conta-nos o Pr. Abraão de Almeida em sua obra “Babilônia, ontem e hoje”, que Semíramis proclamou que Nimrode era divino e que ela seria a esposa de Deus, a rainha do céu e como seu filho era a reencarnação do próprio pai, ela era a mãe de Deus!

Descobertas da arqueologia mostram as mais antigas imagens do culto pagão, dois mil anos antes de Cristo, representam uma mãe com um menino no colo. O profeta Jeremias denuncia com veemência o culto a essa divindade, causa sem dúvida do cativeiro de 70 anos do povo de Deus, chamando-a de “rainha dos Céus”, como o próprio povo a chamava.

O Rei Josias havia lutado contra essa idolatria, havendo destruído seus altares, que todavia voltaram e tomaram conta da nação. Jeremias 44.17 e 18: “Mas, desde que cessamos de queimar incenso à Rainha dos Céus e de lhe oferecer ofertas, tivemos falta de tudo e fomos consumidos pela espada e pela fome”. O povo não queria deixar de adorar esse demônio e dizia que ele era a fonte de todo bem.

Como o inimigo cega as pessoas, e até o povo de DEUS!

Mas, essa tremenda abominação ainda não para por aí.

A adoração e a Torre de Babel – Parte 02

A arqueologia nos fala daquilo que foi desenterrado e trazido novamente à luz do dia, da existência de torres que eram construídas pelos babilônios.

Essas torres eram chamadas de “Zigurat” e, em seu topo, havia local para adoração religiosa ao sol, à lua e às inúmeras divindades que foram criadas pelo sistema religioso da Babilônia.

A Torre de Babel seria então o primeiro Zigurat, construída com finalidade religiosa. Daí, porque o texto de Gênesis 11 nos fala de uma torre “cujo cume toque os céus”. Não um edifício tão alto que fisicamente tocasse o infinito, mas um local com finalidade religiosa para atingir os deuses por eles adorados.

Nimrode (cujo significado é “vamos rebelar”), conforme nos relata a Palavra de Deus, foi o fundador de Babel ou Babilônia. Um grande caçador, homem poderoso e construtor de cidades (Gênesis 10.8 a 10). Tal foi sua influência sobre aquela civilização que passou a ser adorado como deus.

Nimrode, cuja representação idólatra pode-se comparar com o centauro, deus grego, um ser com torso e cabeça de homem e com corpo de cavalo, que ostenta um arco na mão, teria também outras representações pagãs em toda a história humana: Marduque, Melkart, Kemosh.

Conta a história desvendada pelos escritos cuneiformes da Babilônia que Nimrode casou-se com Semíramis, ou Astarte, também conhecida como Astarote, Ísis, Afrodite, Vênus e Diana (Juízes 2.10-13; 1ª Samuel 7.3; 1ª Reis 11.4-6).

A imagem de Diana, a deusa ou divindade da cidade de Éfeso, com sua coroa de torres na cabeça, representava a mesma mulher e era adorada como a deusa da fortificação, por ter sido ela a primeira a fortificar a Babilônia com muros e torres (Atos 19.34-35).

Tanto Nimrode quanto Semíramis, deuses adorados pelos babilônios, são na verdade grandes Potestades das trevas, que vão influenciar outras culturas e outros cultos como veremos a seguir. Venha conosco.

A adoração e a Torre de Babel – Parte 01

A Torre de Babel, por Pieter Brueghel

A Torre de Babel, por Pieter Brueghel

A Bíblia é um livro que trata da Revelação de DEUS aos seres humanos. O centro dessa Revelação é a aproximação que os seres humanos vão ter com a presença gloriosa de YAVEH, o grande EL-SHADDAY, o nome do DEUS DOS EXÉRCITOS.

O profeta Isaías nos apresenta esse DEUS como um DEUS cheio de Glória e que não reparte a sua Glória com ninguém mais, sejam seres espirituais, seres humanos ou ídolos criados à imagem e semelhança dos humanos, animais ou forças da natureza: “Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha Glória não darei a outro, nem o meu louvor às imagens de escultura” (Isaías 42.8).

Dentro desse contexto, o livro do Gênesis nos coloca diante do mundo novo que surgiu após o dilúvio.

E, aconteceu que, partindo eles (os novos habitantes da terra após o dilúvio) do Oriente, acharam um vale na terra de Sinar (ou Sinear) e habitaram ali. E disseram: Edifiquemos uma cidade e uma torre, cujo topo toque nos céus e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face da terra (Gênesis 11. 2 e 4)

Aqui o primeiro registro de uma grande cidade, nas terras onde hoje se situa o Iraque. Recebeu o pomposo nome de Bab-Ilu, que significa “porta dos deuses”. Os Hebreus a chamaram de Babel e nas línguas grega e latina esse nome tomou a forma de Babilônia.

Conforme o relato bíblico o fundador dessa grande cidade foi um homem chamado Nimrode, filho de Cuxe, grande caçador e líder desse construtores pré-históricos (Gênesis 10.8-10).

Como deve ter sido tremendamente bela e surpreendente aos olhos humanos essa cidade! Em Isaías 14.4 lemos  “Babilônia,  a cidade dourada…”

Mas, o relato de Gênesis capítulo 11 traz algo muito curioso. Diz o texto que “eles chegaram a uma planície, ou vale” e decidiram construir ali uma cidade e “uma torre que tocasse os céus”…

Ora, se quisessem chegar aos céus construindo um edifício não seria mais lógico, mesmo dentro da engenharia primitiva da pré-história, que buscassem construir a partir das montanhas, ou do planalto, ou das terras altas? Que significava então “tocar os céus?”

A Adoração a DEUS como estilo de vida

“Jó levantou-se, rasgou seu manto e rapou a cabeça. Então prostou-se, rosto em terra, em adoração. E disse: Saí nu do ventre de minha mãe e nu partirei. O Senhor deu, o Senhor levou; Louvado seja o Nome do Senhor” Jó 1.20-21

Uma coisa é ir à igreja e outra bem diferente é ADORAR. Pode ser que, muitas vezes, não temos vontade de adorar e louvar o Senhor, por aquilo que Ele é e por aquilo que Ele faz. Há momentos em que parece hipocrisia oferecer ações de graça e louvores.

Por isso a história de Jó narrada na Bíblia pode causar espanto. Sua reação inicial às suas perdas vai além da agonia e da lamentação. Diante da calamidade que lhe sobreveio, Jó se prostrou em ADORAÇÃO.

Não parece estranho? Ele havia acabado de perder tudo e, mesmo assim, se prostrou para adorar a DEUS. Ao ler esta parte da história, é bom perguntar como ele conseguiu fazer isso…?

Para muitos, a adoração consiste em ir à igreja no domingo, cantar alguns hinos e ouvir a mensagem de um pastor. A verdadeira ADORAÇÃO se dá quando as palavras que fluem de nossos lábios e as obras que fluem de nossa vidas glorificam e honram a DEUS por Seus atributos e Suas obras.

Nós ADORAMOS a DEUS quando refletimos a Sua Glória, Seu caráter e Sua imagem para os outros. E isso tem a ver com a maneira com que vivemos. Se no meio de uma crise fazemos apenas o que temos vontade vamos ficar envolvidos num círculo de autopiedade.

Quando adoramos verdadeiramente ao nosso DEUS, paramos de olhar só para nós mesmos, para o nosso umbigo, para nossas tristezas ou problemas. Passamos, então, a olhar para DEUS para ver as nossas dificuldades sob a maneira do Senhor. Quando Jó foi ferido e desprezado, o que veio a aparecer foi a sua adoração.

Sem dúvida, Jó sabia como ADORAR o Senhor. Sua fé era tão genuina e passava por toda sua vida de forma tão completa que lhe pareceu apropriado curvar-se diante de DEUS, ali mesmo onde ele se achava. Para Jó a ADORAÇÃO a DEUS era um estilo de vida…E para nós??

Pr. Ezequias Costa

VERDADEIRO ADORADOR

“Está chegando a hora em que os Verdadeiros Adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. DEUS é Espírito e é necessário que os seus adoradores O adorem em espírito e em verdade.” João 4. 23-24

Essa declaração do nosso Mestre Jesus indica uma busca do próprio DEUS por Seus verdadeiros adoradores. Ficamos sabendo, então, que há Falsos Adoradores, até entre o povo que se chama povo de DEUS.

Convido você a se juntar a mim para buscarmos a inspiração do Espírito Santo e, baseados na Palavra de DEUS, termos a Revelação da diferença entre os Verdadeiros e os Falsos adoradores de nosso DEUS.

O Falso Adorador chama o Mal de Bem e chama o Bem de Mal. O Verdadeiro Adorador sabe a diferença entre o Mal e o Bem.
O Falso Adorador chama as trevas de luz e chama a luz de trevas. O Verdadeiro Adorador sabe a diferença entre a Luz e as trevas.
O Falso Adorador adora a criatura e não o Criador. É bajulador. O Verdadeiro Adorador adora a DEUS.
O Falso Adorador se cerca de seus admiradores e espalha a sabedoria segundo o mundo, que é terrena e diabólica. O Verdadeiro Adorador busca a intimidade com DEUS, para que lhe seja revelado o Propósito eterno do Senhor, segundo a Sabedoria que vem do Pai das Luzes.
O Falso Adorador se alimenta com seu próprio conhecimento e até cita filósofos ateus para demonstrar seu nível superior. O Verdadeiro Adorador é bem-aventurado, porque medita na Palavra do Senhor de dia e de noite. Ele sabe que a Palavra é doce ao paladar mas muitas vezes amarga no seu interior.
O Falso Adorador busca o conselho de pessoas ímpias e se alegra na roda dos escarnecedores. O Verdadeiro Adorador sabe que o seu caminho prosperará, pois é como árvore plantada junto a ribeiros de água, que dá o seu fruto na estação própria.
O Falso Adorador despreza a presença dos irmãos e o seu interesse não está na comunhão com os santos. O Verdadeiro Adorador dá prioridade à adoração sincera e à comunhão com todos os irmãos.
O Falso Adorador não frequenta reuniões de oração. Acha que oração é para velhos e gente desocupada. O Verdadeiro Adorador sabe que o melhor lugar do mundo é estar aos pés do Senhor, em fervente oração. Sabe que é ali onde a esperança traz alívio ao sofredor.
O Falso Adorador é individualista, seu dinheiro é só seu, não investe no Reino de DEUS. O Verdadeiro Adorador quer crescer no privilégio de contribuir
O Falso Adorador adora a si mesmo, suas idéias, seus ideais, seus pensamentos e projetos. O Verdadeiro Adorador quer se destacar na fé, na Palavra, no conhecimento, na dedicação completa e no amor para com todos os santos.
O Falso Adorador critica aqueles que derramam o seu melhor para ungir o Senhor. O Verdadeiro Adorador gasta o que for preciso para que o Mestre Jesus seja honrado em todos os lugares.
O Falso Adorador diz: “Deixa Mestre, já são quatro dias que ele está enterrado”; O Verdadeiro Adorador ouve: “Se você crer você verá a Glória de DEUS.”
O Falso Adorador diz: “Mestre, despede essa mulher que vem gritando atrás de nós.” O Verdadeiro Adorador ouve: “Mulher, grande é a tua fé.”
O Falso Adorador diz: “Não importunes o Mestre”. O Verdadeiro adorador ouve: “Apenas tenha fé.”
O Falso Adorador se satisfaz com canções cheias de letras que falam das paixões e emoçoes humanas. O Verdadeiro Adorador louva a DEUS e ora até que um terremoto abra as portas das prisões.
O Falso Adorador é dissimulado, como rocha submersa, um perigo para navegantes sem experiência. É nuvem sem água, totalmente seco, sempre impelido pelo vento. É árvore de outono, sem fruto, duas vezes morta, arrancada pela raiz. É como as ondas do mar espumando seus atos vergonhosos.
O Verdadeiro Adorador tem uma fé não fingida, quer manter viva a chama do dom de DEUS que lhe foi dado pelo Espírito Santo, não tem espirito de covardia, mas tem espírito de poder, de amor e de equilíbrio.
O Falso Adorador enterra seus talentos e tem medo de apresentá-los. Por isso ouve do Senhor: “Mau e negligente servo.” O Verdadeiro Adorador investe seu talento para obter outros talentos para apresentá-los ao Senhor da Seara. Assim ele vai ouvir.”Bom está servo bom e fiel. No pouco foste fiel, no muito te colocarei.”
O Falso Adorador critica a Igreja evangélica e seus líderes, sendo ele mesmo parte dessa Igreja evangélica. O Verdadeiro Adorador sabe que a Igreja é de Jesus Cristo e que as portas do inferno não vão prevalecer contra ela.
O Falso Adorador é assistente de cultos, muitas vezes aparece apenas para rever os amigos. O Verdadeiro Adorador sabe que é Pedra Viva sendo usado na efidificação de uma casa espiritual, sabe que é sacerdócio santo, geração eleita, nação santa, povo de propriedade exclusiva de DEUS, para anunciar as grandezas daquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa LUZ. A-L-E-L-U-I-A!!
A Ele, Glória e Louvor, ontem, hoje e por todos os séculos dos séculos. Amém
“Esta é a hora da adoração”. Acesse e louve comigo:

www.youtube.com/watch?v=K1vfwpdC1BY

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